CONHECER A DEUS
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<blockquote><b><i>E a vida eterna é esta”, disse Jesus, “que Te conheçam a Ti só por único Deus verdadeiro <br>e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.</i></b><font color="#c01c28"> <b>João 17:3</b></font></blockquote>
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Como nosso Salvador, achamo-nos neste mundo para servir a
Deus. Aqui nos achamos a fim de nos tornarmos semelhantes a Ele no
caráter, revelando-O ao mundo mediante uma vida de serviço. Para sermos
colaboradores Seus, para sermos semelhantes a Ele, e Lhe revelarmos o
caráter, precisamos conhecê-Lo direito. Cumpre-nos conhecê-Lo tal como
Ele Se revela a Si mesmo.
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O conhecimento de Deus é o fundamento de toda verdadeira
Educação e de todo serviço verdadeiro. É a única salvaguarda real contra
a tentação. Por ele, unicamente, nos podemos tornar semelhantes a Deus
no caráter.
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Como nosso salvador , estamos neste mundo para fazer um
serviço para Deus. Estamos aqui para nos tornamos como Deus no caráter, e
para uma vida de serviço que revele-O ao mundo. E na missão de nos
tornamos como Ele e revelar Seu caráter, nós devemos conhece-Lo
satisfatoriamente. Nós devemos conhece-Lo como Ele se revela.
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O conhecimento de Deus é a base de toda educação verdadeira e
de todo serviço verdadeiro. Esta é a única verdadeira proteção contra a
tentação. É somente isto que pode nos fazer como Deus no caráter. Este é
o caminho necessário para todos os que trabalham para reerguer outras
pessoas. Transformação de caráter, pureza de vida, eficiência no
serviço, adesão aos princípios corretos, tudo depende de um correto
conhecimento de Deus. Este conhecimento é a preparação tanto para esta
vida como para a vida por vir. <b> —A ciência do bom viver pág. 409.</b>
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A Terra obscureceu-se devido à má compreensão de Deus. Para
que as tristes sombras se pudessem iluminar, para que o mundo pudesse
volver ao Criador, era preciso que se derribasse o poder enganador de
Satanás. Isso não se podia fazer pela força. O exercício da força é
contrário aos princípios do governo de Deus; Ele deseja unicamente o
serviço de amor; e o amor não se pode impor; não pode ser conquistado
pela força ou pela autoridade. Só o amor desperta o amor. Conhecer a
Deus é amá-Lo; Seu caráter deve ser manifestado em contraste com o de
Satanás. Essa obra, unicamente um Ser, em todo o Universo, era capaz de
realizar. Somente Aquele que conhecia a altura e a profundidade do amor
de Deus, podia torná-lo conhecido. Sobre a negra noite do mundo, devia
erguer-Se o Sol da Justiça, trazendo salvação “sob as Suas asas”. <b> — Malaquias 4:2.</b>
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O plano de nossa redenção não foi um pensamento posterior,
formulado depois da queda de Adão. Foi a revelação “do mistério que
desde tempos eternos esteve oculto”. Romanos 16:25. Foi um desdobramento
dos princípios que têm sido, desde os séculos da eternidade, o
fundamento do trono de Deus. Desde o princípio, Deus e Cristo sabiam da
apostasia de Satanás, e da queda do homem mediante o poder enganador do
apóstata. Deus não ordenou a existência do pecado. Previu-a, porém, e
tomou providências para enfrentar a terrível emergência. Tão grande era
Seu amor pelo mundo, que concertou entregar Seu Filho unigênito “para
que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. <b> — João 3:16.</b>
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Lúcifer dissera: “Subirei ao céu, acima das estrelas de Deus
exaltarei o meu trono. [...] Serei semelhante ao Altíssimo”. <b>Isaías 14:13, 14.</b>
Mas Cristo, “sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a
Deus, mas aniquilou-Se a Si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-Se
semelhante aos homens”. <b> — Filipenses 2:6, 7.</b>
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Foi um sacrifício voluntário. Jesus poderia haver permanecido
ao lado de Seu Pai. Poderia haver retido a glória do Céu, e as
homenagens dos anjos. Mas preferiu entregar o cetro nas mãos de Seu Pai,
e descer do trono do Universo, a fim de trazer luz aos entenebrecidos, e
vida aos que estavam quase a perecer. <b> — O desejado de todas as nações Pág. 11.</b>
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Vindo habitar conosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos
homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus — o pensamento de Deus
tornado audível. Em Sua oração pelos discípulos, diz: “Eu lhesfiz
conhecer o Teu nome” — misericordioso e piedoso, tardio emiras e grande
em beneficência e verdade — “para que o amor comque Me tens amado esteja
neles, e Eu neles esteja”. João 17:23. Masnão somente a Seus filhos
nascidos na Terra era feita essa revelação. Nosso pequenino mundo é o
livro de estudo do Universo. O maravilhoso desígnio de graça do Senhor, o
mistério do amor que redime, é o tema para que “os anjos desejam bem
atentar”, e será seu estudo através dos séculos sem fim. Mas os seres
remidos e os não caídos encontrarão na cruz de Cristo sua ciência e seu
cântico. Ver-se-á que a glória que resplandece na face de Jesus Cristo é
a glória do abnegado amor. À luz do Calvário se patenteará que a lei do
amor que renuncia é a lei da vida para a Terra e o Céu; que o amor que
“não busca os seus interesses” (1 Coríntios 13:5) tem sua fonte no
coração de Deus; e que no manso e humilde Jesus se manifesta o caráter
dAquele que habita na luz inacessível ao homem. <b>— O desejado de todas as nações Pág. 9.</b>
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A Terra obscureceu-se devido à má compreensão de Deus. Paraque
as tristes sombras se pudessem iluminar, para que o mundo pudesse volver
ao Criador, era preciso que se derribasse o poder enganador de Satanás.
Isso não se podia fazer pela força. O exercício da força é contrário
aos princípios do governo de Deus; Ele deseja unicamente o serviço de
amor; e o amor não se pode impor; não pode ser conquistado pela força ou
pela autoridade. Só o amor desperta o amor. Conhecer a Deus é amá-Lo;
Seu caráter deve ser manifestado em contraste com o de Satanás. Essa
obra, unicamente um Ser, em todo o Universo, era capaz de realizar.
Somente Aquele que conhecia a altura e a profundidade do amor de Deus,
podia torná-lo conhecido. Sobre a negra noite do mundo, devia erguer-Se o
Sol da Justiça, trazendo salvação “sob as Suas asas”. <b> — Malaquias 4:2.</b>
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